Rolando Boldrin (1936 – 2022) tem os 90 anos festejados em álbum que será lançado pela dupla Élcio Dias & Amorim na sexta-feira, 23 de outubro
ICine / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Na próxima quinta-feira, 22, o ator, cantador, compositor e apresentador paulista Rolando Boldrin (22 de outubro de 1936 – 9 de novembro de 2022) poderia estar festejando 90 anos se não tivesse saído de cena há quatro, aos 86 anos, no mesmo dia da morte da cantora Gal Costa (1945 – 2022).
A efeméride foi lembrada por Élcio Dias & Amorim, dupla formada em 2019 na cidade de Embu das Artes (SP) – um dos berços das tradições da música caipira cultuada e perpetuada por Boldrin – pelo violonista e cantor paulista Élcio Dias com Gildécio José de Amorim, o Amorim, violeiro e cantor baiano nascido em Aracatu (BA) e residente em Embu desde os 15 anos.
Na sexta-feira, 23 de outubro, um dia após o 90º aniversário de nascimento de Boldrin, a gravadora Kuarup põe no mundo digital o álbum “Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin”.
Ao longo das 14 faixas do álbum, a dupla faz feats com grandes nomes do universo da música ruralista nos maiores sucessos de Boldrin e tira do baú uma joia como “Tema para Juliana”, composto por Boldrin para a trilha sonora da novela “Os inocentes” (TV Tupi, 1974) – trama na qual o ator interpretou um dos principais personagens, Otávio – e gravada pelo autor 20 anos depois da novela no álbum “Som da terra” (1994).
O álbum “Cantigas e causos” faz jus ao título, fiel ao universo de Rolando Boldrin, artista nascido na interiorana cidade de São Joaquim da Barra (SP) e arquiteto de obra musical enraizada no universo do Brasil rural dos sons caipiras, das violas e das modas.
Além de ter dado voz a esse Brasil rural em discos, Boldrin foi também um dos principais difusores da música caipira – e dos artistas do gênero – no posto de apresentador de programas de TV dedicados a esse estilo de música.
Entre faixas que apresentam textos declamados, casos de “Crônica do tempo” (escrita por Boldrin) e “A morte não é nada” (texto atribuído a Santo Agostinho), Élcio Dias & Amorim reavivam “Viola quebrada” (Mário de Andrade, 1936) com Renato Teixeira, abordam “Eu, a viola e Deus” (1979) com o violeiro Chico Lobo e cantam “Vide, vida marvada” (1981) com Jackson Antunes.
O repertório do álbum da dupla em homenagem a Rolando Boldrin também inclui “Amor de violeiro”, “Novo amanhecer” – música composta por Manezinho Araújo (1913 – 1993) por volta de 1956, há 70 anos, e popularizada por Boldrin em gravação feita para o álbum “Violeiro” (1982) – e “Vaca Estrela e Boi Fubá” (Patativa do Assaré, 1958), faixa que traz Wandi Doratiotto.
“Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin” é o quarto álbum da carreira fonográfica da dupla, iniciada há cinco anos, com a edição em 2021 de álbum em tributo à dupla caipira Pena Branca & Xavantinho.
Capa do álbum ‘Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin’
Divulgação
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♬ Na próxima quinta-feira, 22, o ator, cantador, compositor e apresentador paulista Rolando Boldrin (22 de outubro de 1936 – 9 de novembro de 2022) poderia estar festejando 90 anos se não tivesse saído de cena há quatro, aos 86 anos, no mesmo dia da morte da cantora Gal Costa (1945 – 2022).
A efeméride foi lembrada por Élcio Dias & Amorim, dupla formada em 2019 na cidade de Embu das Artes (SP) – um dos berços das tradições da música caipira cultuada e perpetuada por Boldrin – pelo violonista e cantor paulista Élcio Dias com Gildécio José de Amorim, o Amorim, violeiro e cantor baiano nascido em Aracatu (BA) e residente em Embu desde os 15 anos.
Na sexta-feira, 23 de outubro, um dia após o 90º aniversário de nascimento de Boldrin, a gravadora Kuarup põe no mundo digital o álbum “Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin”.
Ao longo das 14 faixas do álbum, a dupla faz feats com grandes nomes do universo da música ruralista nos maiores sucessos de Boldrin e tira do baú uma joia como “Tema para Juliana”, composto por Boldrin para a trilha sonora da novela “Os inocentes” (TV Tupi, 1974) – trama na qual o ator interpretou um dos principais personagens, Otávio – e gravada pelo autor 20 anos depois da novela no álbum “Som da terra” (1994).
O álbum “Cantigas e causos” faz jus ao título, fiel ao universo de Rolando Boldrin, artista nascido na interiorana cidade de São Joaquim da Barra (SP) e arquiteto de obra musical enraizada no universo do Brasil rural dos sons caipiras, das violas e das modas.
Além de ter dado voz a esse Brasil rural em discos, Boldrin foi também um dos principais difusores da música caipira – e dos artistas do gênero – no posto de apresentador de programas de TV dedicados a esse estilo de música.
Entre faixas que apresentam textos declamados, casos de “Crônica do tempo” (escrita por Boldrin) e “A morte não é nada” (texto atribuído a Santo Agostinho), Élcio Dias & Amorim reavivam “Viola quebrada” (Mário de Andrade, 1936) com Renato Teixeira, abordam “Eu, a viola e Deus” (1979) com o violeiro Chico Lobo e cantam “Vide, vida marvada” (1981) com Jackson Antunes.
O repertório do álbum da dupla em homenagem a Rolando Boldrin também inclui “Amor de violeiro”, “Novo amanhecer” – música composta por Manezinho Araújo (1913 – 1993) por volta de 1956, há 70 anos, e popularizada por Boldrin em gravação feita para o álbum “Violeiro” (1982) – e “Vaca Estrela e Boi Fubá” (Patativa do Assaré, 1958), faixa que traz Wandi Doratiotto.
“Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin” é o quarto álbum da carreira fonográfica da dupla, iniciada há cinco anos, com a edição em 2021 de álbum em tributo à dupla caipira Pena Branca & Xavantinho.
Capa do álbum ‘Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin’
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